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ARTIGOS & DICAS

LIGA SANTISTA DE CICLISMO

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O Melhor da História
 
NÚMERO DE VITÓRIAS DE CADA PROVA - PESOS DIFERENCIADOS

Ciclista
Mundial
Tour de France
Giro D’Italia
Volta da Espanha
Paris- Roubaix
Milan-San Remo
Soma de vitórias
 
Peso 3
Peso 2
Peso 2
Peso 2
Peso 1
Peso 1
diferenciado

Bernard Hinault França

1
5
3
2
1
0
22

Eddy Merckx
Bélgica

3
5
5
1
3
7
41

Fausto Coppi
Itália

1
2
5
0
1
3
21

Greg Lemond
Estados Unidos

2
3
0
0
0
0
12

Jacques Anquetil França

0
5
2
1
0
0
16

Lance Armstrong Estados Unidos

1
7
0
0
0
0
15

Louis Bobet
França

1
3
0
0
1
1
11

Miguel Indurain Espanha

0
5
2
0
0
0
14

Oscar Freire
Espanha

3
0
0
0
0
1
10

Rik Van Steenbergen Bélgica

3
0
0
0
2
1
12

Rik Van Looy
Bélgica

2
0
0
0
3
1
10
Fonte: "sites" oficiais das competições

Segunda observação: para se chegar ao resultado, multiplica-se o número de vitórias pelo respectivo peso. Exemplo: Rik Van Looy - 2x3 + 3x1 + 1x1 = 10 (última coluna da direita).


4) Por último, os nomes foram postos em ordem de classificação, chegando ao seguinte resultado final:


OS MELHORES CICLISTAS DE TODOS OS TEMPOS

Col.
Ciclista
Soma com peso
diferenciado

Eddy Merckx - Bélgica

41

Bernard Hinault - França 

22

Fausto Coppi - Itália

21

Jacques Anquetil - França

16

Lance Armstrong - Estados Unidos

15

Miguel Indurain - Espanha

14

Rik Van Steenbergen - Bélgica

12

Greg Lemond - Estados Unidos

12

Louis Bobet - França

11
10º

Rik Van Looy - Bélgica

10
11º

Oscar Freire - Espanha

10


          Posto dessa forma, Eddy Merckx se apresenta, sem nenhuma dúvida, como o maior ciclista de todos os tempos. Isso não foi nenhuma novidade. Somente para ilustrar tal relevância, o belga ficou com medalha de bronze quando foram eleitos os maiores atletas do século XX. O nosso Pelé ficou com a medalha de ouro e o pugilista Kassius Kley, com a prata.

          Um outro aspecto a destacar são as lideranças de belgas e franceses no esporte, bem como as presenças de Lance Armstrong e Oscar Freire (foto) no quadro.

          Isso acontece porque o norte-americano e o espanhol despontam como grandes ciclistas capazes de subirem ainda no ranking, haja vista terem alcançado pontuação expressiva até o momento.


          Como foi dito no início, o artigo procurou, entre outros motivos, visualizar e esclarecer, de maneira imparcial (se é que existe imparcialidade plena) e de forma menos apaixonada e mais isenta, que grandes ciclistas são resultado da participação e de vitória em várias provas de relevo do calendário mundial, sendo precipitado colocar certos atuais como o segundo, depois de Eddy Merckx, como a própria mídia propõe e insiste. O senso crítico nesses momentos é muito útil para contra-argumentar uma opinião.

          Antes de terminar, sugere-se olhar atentamente o quadro consolidado das vitórias de cada prova desde o ano de 1940. A tabela é muito ilustrativa e há condições de retirar várias outras constatações. A discussão está aberta.